VÍDEOS VIMEO


Quinta-feira, Maio 28, 2009

NÃO MATE OS QUE VOCÊ AMA!...


A pior coisa que pode acontecer a uma amizade ou relacionamento... — é quando os amigos ou parceiros julgam que se conhecem mutuamente por completo; e, também, quando pensando assim, os anos se passam, e eles, por julgarem conhecer o outro, o congelam em um estado de imutabilidade...; e, desse modo, sem que se saiba o que outro quer..., já se o interpreta; ou quando não sabendo que algo nele mudou..., se o fixa por antecipação; ou quando amando o outro, se assume que nosso amor por ele é apesar dele, pois, não damos mais a ele o poder de nos surpreender..., apenas porque o tenhamos frisado numa bolha de amor fraterno ou relacional que já não o permita mudar aos nossos olhos.
É assim que as amizades vão morrendo e os casamentos vão ficando a mesma coisa...
Sim, pois a história impõe vícios interpretativos!...
A coisa boa de uma amizade é justamente a expectativa de mutabilidade para o bem...
Por isto, verdadeiros amigos sempre se encontram esperando o melhor como surpresa fraterna.
O mesmo se pode dizer do casamento...
Quando os cônjuges perdem a esperança e alegria na possibilidade de que o outro cresça e mude, então, inicia-se o processo de falência do amor...
Digo..., não do amor mesmo, que tudo sofre e segue adiante... — mas falo do amor conjugal, que se alimenta também da alegria pela existência do outro; e, mais que isto: sempre espera que o bem não cesse na vida dele...
Na realidade, se há um ambiente no qual mais do que em qualquer outro não se deve julgar para que não se seja julgado, esse tal ambiente é o da amizade e o do casamento.
Entretanto, é justamente em tais/mesmos/ambientes que menos se leva á serio tal recomendação de Jesus.
Sim, pois é aí, pela suposta segurança e indissolubilidade do vínculo, que mais se julga, se interpreta e se projeta sobre o outro aquilo que não necessariamente nele esteja presente ou sequer em processo de existência...
“Segurança relacional”, seja pelo casamento ou pela amizade, não devem funcionar justamente para a realização do oposto: a ofensa, o julgamento, o sincericidismo, ou a impaciência que diz: “Já sei que tipo de coelho sai dessa mata...”
Todavia, é porque as pessoas se sentem “seguras”, que ofendem, julgam ou pré-definem o outro; e, depois, não sabem por que ambos vão ficando cada vez mais distantes...
Todas as coisas sadias se alimentam de pequenas gentilezas...
Todas as coisas sadias, por mais intimas que sejam, guardam sempre um lugar para a parcimônia e o cuidado da não ofensa...
Todas as coisas sadias em um relacionamento se alimentam de cuidado e carinho...
Todas as coisas sadias em um vínculo..., demandam e dependem do evitar das gritarias e das histerias que ofendem sem capacidade para retirar a ofensa...
O que se precisa crer sempre é que o outro, seja o amigo ou o cônjuge, são seres com quem Deus também fala; por isto, muitas vezes, é melhor que a nossa naturalidade no trato persista na direção do outro, sempre crendo que não é a nossa voz a única que fala, posto que Deus também fale; especialmente quando abrimos mão da gritaria e entregamos a questão ao amor e à verdade de Deus.
O momento relacional mais difícil é aquele no qual um dos implicados ou mesmo ambos, julgam que já se tornaram tão amigos ou íntimos, que o relacionamento já se cimentou de um modo tão concreto que já não mais se quebre...
Aí reside grande engano... Pois, o amor não acaba, mas pode entrar em um processo de tanto sofrimento, que, em razão disso, perca a felicidade no se dar...
Cada um de nós deve pensar nisto; e, mais que isto: deve ver com quem se perdeu a delicadeza de manter a amizade ou a conjugalidade como coisa nova todos dias; dando sempre ao outro a chance de amanhecer melhor para nós, e nós para ele; assim como são as misericórdias de Deus todos os dias, renovando-se a cada manhã.
Nele, que assim manda que seja, até 70x7,
Caio
25 de maio de 2009
Lago Norte
Brasília
DF




Domingo, Maio 17, 2009

MODERNOS FARISEUS

Hoje o cristianismo sofre da síndrome das verdades aprendidas e não praticadas, não encarnadas, mas guardadas no intelecto para reservas religiosas inúteis. Por não compreendermos que temos de chamar essa verdade do Evangelho para a vida, pra dentro de nossa rotina é que temos visto o Evangelho apenas fora de nós. É esta tranquilidade crônica que gera espíritos superficiais e nos adoece, pois o Deus que nos dá autoridade para anunciar o Evangelho em Seu nome aos outros, quer que antes de tudo, esta boa notícia da Sua bondade, do Seu Amor, do Seu carácter, gere em nós a misericórdia e a consciência oposta a dos fariseus.
Não temos autorização da Graça para nos associarmos aos que se acham justos aos seus próprios olhos. Os modernos fariseus, esses histriões empavonados de justiça própria são os ímpios do Salmo primeiro. São os escarnecedores da Graça de Deus, foi em sua roda de escárnio que Jesus não se assentava. Era este o caminho dos pecadores que o Senhor não se detinha, o caminho dos fariseus, os detentores da revelação de Deus.
O ímpio para Jesus não era o vizinho de outra religião, mas os doutores da lei que não tinham piedade.


Sexta-feira, Maio 15, 2009

BURACOS NEGROS, FÍSICA QUÂNTICA E TEOLOGIA


PHILIP YANCEY
    A ciência e a teologia mantêm um relacionamento delicado desde a época de Galileu e Copérnico. Em alguns aspectos o cristianismo não conseguiu se recuperar por completo da revolução cosmológica que retirou a humanidade do centro do universo e a confinou a uma posição insignificante. Talvez seja em decorrência desta postura de resistência aos avanços científicos, que poucos pensadores cristãos da atualidade parecem beneficiar-se com o notável desenvolvimento da física moderna. À sua maneira, Einstein, Bohr e mais recentemente Hawkins empreenderam uma revolução tão espetacular quanto a de Copérnico, embora em direções novas, chocantes para muitos.
    Para começar, não apenas a humanidade, mas cada indivíduo, homem ou mulher, recuperou, através da física moderna, sua posição de figura central na história do universo. Na física de Newton, os indivíduos não ocupam um lugar especial no universo, exceto como participantes ocasionais no fenômeno estabelecido de causa e efeito. Mas alguns cientistas do século XX defendem que a própria realidade da ocorrência de um evento depende da existência de um observador.
    O leigo rapidamente perde o entusiasmo no Reino Encantado da relatividade e da física quântica. Alguém nos ensina que nossa poltrona favorita é formada por grandes espaços vazios preenchidos por alguns átomos que giram a toda velocidade. Ainda assim nós a vemos como um objeto sólido e assentamo-nos nela. Aprendemos que o tempo varia, dependendo da força da gravidade e do movimento, e que um astronauta que parta para o espaço poderá retornar à Terra trinta e seis anos mais novo que o seu irmão gêmeo que aqui permaneceu. Parece melhor deixar de lado este mundo estonteante da física moderna, com suas equações tão longas que vão de uma ponta à outra do quadro-negro e com seus termos amedrontadores como antimatéria, espuma quântica e buraco-negro. Pensando bem, é melhor depender do bom e velho Newton.
    Mas os cristãos não devem voltar as costas à física moderna com tanta facilidade, porque muitos de seus princípios sobre a natureza do tempo e do espaço foram provados por físicos e cientistas empreendedores. Além disso, estas descobertas notáveis apresentam novos caminhos para a compreensão de algumas doutrinas teológicas mais complicadas.
    Pensemos em uma destas doutrinas: Deus não está preso ao tempo. Os cristãos vêm repetindo, há muitos e muitos anos que "Aos olhos de Deus mil anos são como um dia" (2Pe 3.8), expressando sua convicção de que a visão de Deus sobre o tempo é diferente da nossa. Dizemos que Ele está além do tempo e do espaço. Para nós, a história humana é uma seqüência de quadros fixos, apresentados um após outro, como um filme. Mas Deus vê o filme inteiro de uma só vez. Embora os cristãos repitam esta crença e quase todos os teólogos, desde Agostinho, tenham-se ocupado dela, poucos a conseguem entender por completo.
    Aparece a física moderna. Hoje nos ensinam que o tempo depende do movimento e da posição relativa do observador. Tomemos um exemplo bem primitivo. Olhando para o céu, às 15h 12min, vejo uma estrela brilhante, o sol, que paira no espaço a uma distância de cerca de 150 milhões de quilômetros. Na verdade, a luz que vejo partiu da estrela há 500 segundos, e viajou à velocidade de 300.000km/s, embora eu não me dê conta de estar enxergando o resultado do que aconteceu no astro às 15h 04min (horário da Terra). Se o sol subitamente desaparecesse em face de um ataque furtivo de um buraco-negro voraz, eu só saberia oito minutos depois, quando o céu ficaria escuro e eu gritaria:
- O sol foi embora! - e me prepararia para a extinção da vida na Terra.
    Imagine agora uma pessoa muito grande, quero dizer, muito grande mesmo, cuja abertura entre os pés medisse, digamos, 150 milhões de quilômetros. Esta pessoa põe o pé esquerdo na Terra e o direito, com um sapato de amianto, no sol. Subitamente, bate o pé direito. Imediatamente, as labaredas solares espalham-se em todas as direções e o sol expele gases. Oito minutos depois eu, aqui na Terra, percebo a mudança dramática do sol.
    Mas estou preso na Terra. A pessoa imensa existe parcialmente aqui e parcialmente no sol, sua consciência engloba os dois lugares. Embora parte de seu ser esteja na Terra, tem pleno conhecimento  do movimento do pé direito oito minutos antes de todas as outras pessoas na terra. Pergunta-se então, o que é o tempo para esta pessoa imensa? Depende da perspectiva. Faça um esforço mental ainda maior e imagine um Ser tão grande quanto o universo, que existe ao mesmo tempo no planeta Terra e numa galáxia a milhões de anos-luz de distância. Se uma estrela explode nesta galáxia distante, o Ser sabe no mesmo instante, e mesmo assim ainda verá o evento na Terra, milhões de anos depois, como se tivesse acontecido naquele instante. Aliás, muitas estrelas que vemos à noite podem ter se extinguido ou terem sido engolidas por buracos-negros, mas a sua luz continua chegando até o nosso planeta, mesmo que fisicamente elas não existam mais.
A analogia que fiz uso não é exata, porque tolhe este Ser no espaço, embora o liberte do tempo. Mas pode nos dar uma idéia quanto à perspectiva limitada do conceito de tempo adotado em nosso planeta, no qual se afirma que "primeiro acontece A e depois B".
    Deus, acima tanto do tempo quanto do espaço, pode ver o que acontece na Terra de um modo que só nos cabe imaginar. Esta linha de pensamento joga luz sobre debates muito antigos sobre a onisciência, presciência, livre-arbítrio e determinismo. Um termo como "presciência" só tem sentido quando considerado do nosso ponto de vista limitado à Terra, pois presume que o tempo é uma seqüência de fatos, um após outro. Do ponto de vista de Deus, que engloba todo o universo de uma só vez, o significado da palavra é consideravelmente diverso. Falando com precisão, Deus não "prevê" os acontecimentos. Ele simplesmente os , em um presente eterno.
    A eternidade é apenas uma das muitas doutrinas que recebem luz através dos avanços da física moderna. Os novos teólogos poderiam tirar proveito se estudassem a teoria dos universos paralelos, usando-a para investigar o problema do mal. A teoria da interconexão de toda a matéria e energia seria útil para abordar as palavras bíblicas sobre a união entre os que crêem. A teoria que trata de como a consciência afeta a matéria poderia trazer esclarecimentos sobre o poder da oração. A maioria de nós carece de um conhecimento qualificado que nos oriente na compreensão de muitos destes mistérios. Os zen budistas aproveitaram a oportunidade e publicaram obras sobre como suas crenças se adaptam aos conceitos contemporâneos da física. Espero que repensemos nossos conceitos, muitos dos quais, ainda medievais. A fé religiosa, assim como a matéria, enfrenta constantemente o perigo de ser engolida por um buraco-negro.
Extraído da revista Cristianity Today.


Quinta-feira, Maio 14, 2009

PASTORES OU BRUXOS?

O que é conhecido hoje por Igreja Evangélica pelo povo, são as macumbas dos "pastores" eletrônicos que ressuscitaram o judaísmo e o misturaram com os cultos afros e receitam poções mágicas para que qualquer leguelhé vire o Bill Gates.
Esses bruxos disfarçados de pastores nos tratam com aleivosia e tratam Deus com o mesmo desprezo com que lidam com o próximo.
Essa casa de Orates a qual infelizmente hoje é chamada de Igreja Evangélica é a nova versão da Sinagona de Satanás. É nossa função como Igreja de Cristo denunciar a todos quantos pudermos que bruxaria não faz parte do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Esse histrionísmo é uma zombaria maldita que tem de ser combatida com o azorrague de Jesus e a pena do profeta verdadeiramente Evangélico.
Você que como eu é Igreja do Senhor, não se cale, mas denuncie os falsos evangélicos e suas mentiras proferidas em nome de Deus.
Deixemos de ser seres marsupiais que vivem escondidos, pois a bandidagem satânica anda solta e o mundo está insípido e como sabemos, nós somos o sal que lhe restaurará o sabor.


Terça-feira, Maio 12, 2009

DEUS JÁ EXTIRPOU OS LEVITAS

O movimento dos levitas atuais começou na Comunidade Evangélica em Goiânia na década de 90 com o louvor de guerra. Depois vem os louvores proféticos com a Renascer em São Paulo e os que não eram dos louvores proféticos eram do movimento dos levitas de onde vem o "espírito" do Diante do Trono, um grupo consagrado para adorar ao Senhor POR NÓS. Voltou tudo lá pra trás, só não estão matando cordeiros, ovelhas, bodes e touros. E aí, com os "levitas" cantando e adorando a Deus POR NÓS, veio o retrocesso explícito para milhares de anos ANTES da cruz. Contra todo o Evangelho, o gospel decidiu reinventar os "levitas", recosturando o véu que Jesus rasgou ou como lemos em Hebreus 10.29 pisaram no sangue da cruz, leia todo o capítulo 10 de preferência. A adoração não se faz de cânticos, porque senão teríamos de cantar o tempo todo, pois somos chamados a adorar o tempo todo, mas cantar faz parte dela. Adoração portanto é uma disposição de espírito na vida, uma decisão interior de andar em gratidão.

NÃO DÁ MAIS

O que não for parecido com Jesus NÃO tem NADA haver com a gente, o que NÃO for conforme o modo de Jesus ser, tratar, incluir, se relacionar, ser amigo, perdoar, silênciar, sair, entrar, acolher pessoas, NÃO tem nada haver com a gente. Se no lugar de perdoar a pecadora a gente mandar atirar pedra, nós NÃO temos nada haver com Ele. Se no lugar de deixar os samaritanos em paz nós aumentarmos os preconceitos contra qualquer subgrupo considerado samaritano por nós, nós estamos indo CONTRA Ele. Se nos associarmos aos espíritos dos fariseus, dos donos da revelação de Deus, dos que determinam o modo como o ser humano deve ser, agir, pensar, se estivermos desse lado, estaremos do lado OPOSTO ao de Jesus, pois o mal foi punido com a chibata da cruz e a justiça saciada quando o amor de Deus se vestiu de gente e viveu entre nós. E portanto o resgate vem dEle e não de nossos esforços vãos. Jesus não é uma história bonitinha, mas uma pessoa e como pessoa pede relacionamentos. Só nos relacionando com Ele poderemos dizer que O conhecemos. A fé implica em relacionamento com Ele, NÃO é teoria escondida nas catacumbas da mente humana, mas candeia que colore a escuridão da vida.


REFLEXÃO MARAVILHOSA

COVIL DE SALTEADORES

REV. CAIO FÁBIO FALA SOBRE SILAS MALACHEIA E MORTE CERULLO

A VERDADE SOBRE OS DÍZIMOS

MAIS UM LADRÃO ENTRA PARA A HISTÓRIA DA HUMANIDADE

CRISTÃOS PRÓSPEROS

É DOS SÁBIOS MUDAR DE OPINIÃO

EU NOS VELHOS E BONS TEMPOS ONDE OS CRENTES ERAM APEDREJADOS NAS RUAS DO BRASIL