se eu tivesse a mente de Cristo ─ não choraria só por Jerusalém, Gaza e Israel. Choraria sobre as favelas do nosso Brasil onde o tráfico de drogas mata muito mais do que o conflito Israel-Palestino.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ não discutiria sobre teologia e religiões. Antes diria que a verdadeira religião pura e imaculada para com nosso Deus seria: visitar os órfãos e viúvas em suas aflições, e guardar-se isento da corrupção do mundo.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ as minhas vestimentas de obreiro seriam idênticas à da maioria das pessoas que estão ao meu redor.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ toda vez que fosse orar a Deus, eu me trancaria secretamente em um quarto, sem ter ninguém por perto.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu não amaria os primeiros lugares nas ceias, nem as primeiras cadeiras nos templos.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ não me importaria de ser chamado beberrão e comilão ao sentar à mesa com os pecadores.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu defenderia os meus discípulos do veneno dos escribas e doutores da Lei.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu ficaria do lado das prostitutas, fazendo calar os seus acusadores.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu chamaria de raposa, certos Herodes de hoje; assim como denominaria de sepulcros caiados a maioria dos que estão sentados na cadeira de Moisés.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu chamaria quem me traísse, de amigo.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu me surpreenderia com a fé dos que não são nossos.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu diria que condenação eterna seria rejeitá-Lo, e diria que vida eterna era reconhecê-Lo como Filho de Deus.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu não andaria ansioso, nem procurando sinais do fim do mundo.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu não procuraria bens terrenos, onde a traça come e o ferrugem corrói.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu diria para os que se preocupam com o vestuário: “olhai para os lírios do campo. Nem mesmo Salomão em toda a sua glória se vestiu como eles”.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu diria para os fariseus de hoje: “vocês estão fechando o Reino dos Céus; nem entram, nem deixam entrar os que estão querendo”.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu denunciaria os que estão fazendo da igreja covil de ladrões.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu deixaria as minhas empresas para seguí-Lo, como fez o empresário da pesca Simão Pedro.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ não diria vim para mandar. Diria vim para ser servo.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ eu não colocava fardos pesados sobre as ovelhas, que nem eu mesmo com a mão consigo movê-lo.
Se eu tivesse a mente de Cristo ─ tudo que eu falei até agora, ficaria gravado em meu coração e num quadro bem visível na parede interna dos templos.
Quinta-feira, Agosto 27, 2009
Terça-feira, Agosto 25, 2009
BRASILEIRO FAZ ACORDO COM GOVERNO A IGREJA CATÓLICA EM DETRIMENTO DE TODOS OS OUTROS CREDOS RELIGIOSOS.
Informe publicitário assinado pelo Associação Vitória em Cristo / CIMEB - Conselho de Pastores do Brasil.
(Veiculado nos principais e maiores jornais e revista do País em 25 de agosto de 2009).
O Governo brasileiro enviou à Câmara dos Deputados a mensagem 134/2009 que reconhece o estatuto jurídico da Igreja Católica. Após a mensagem ser apreciada em uma das comissões para a qual foi enviada, seja aprovada ou não, transforma-se em projeto de decreto legislativo, recebendo o nº 1736/2009. No plenário da Câmara, a pedido dos líderes partidários, foi aprovada a caráter de apreciação urgente, urgentíssimo.
Com muito respeito aos senhores deputados, será que não existe matérias mais relevantes a serem discutidas de maneira urgente em benefício de todo o povo brasileiro? Isto é um absurdo! Na verdade, este acordo beneficia a Igreja Católica na evangelização do povo brasileiro nos diversos segmentos da sociedade, incluindo hospitais, escola e forças armadas.
O mais grave é que este acordo contraria o inciso 1º, do artigo 19, da Constituição Brasileira, que diz: "É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relação de dependência ou aliança, ressalvadas na forma da lei, a colaboração de interesse público".
A nossa nação não pode firmar aliança com qualquer credo religioso, ferindo o princípio da laicidade, inclusive com a quebra da isonomia nacional! Aproximadamente 70 milhões de brasileiros, que não são católicos, estão sendo discriminados. Temos a convicção de que a maioria do povo católico não concorda com um absurdo dessa grandeza, porque são pessoas democráticas.
Com a aprovação deste acordo ficará a Santa Sé, por meio da CNBB, com plenas condições de fechar acordos com o governo brasileiro, sem que jamais tenham de passar pelo Congresso Nacional. É um verdadeiro "CHEQUE EM BRANCO" para a Igreja Católica. Isto é uma vergonha!
Senhores deputados, não aprovem este acordo. Fiquem certos de que não mediremos esforços para informar a todos os credos religiosos quem são os deputados que votaram a favor deste acordo discriminatório.
Estendemos o eco da voz deste manifesto ao Senado da República, próxima casa legislativa que terá de apreciar o resultado apurado pela Câmara dos Deputados.
Tenham a absoluta certeza de não temos memória curta e que vamos pensar muito bem em quem vamos votar nas próximas eleições para Deputado Federal, Senador e Presidente da República.
EM FAVOR DO ESTADO LAICO, DIGA NÃO AO PDC 1736/2009.
E.A.G.
[Reproduza este artigo em seu blog e denuncie este descalabro de todas as formas possíveis]
(Veiculado nos principais e maiores jornais e revista do País em 25 de agosto de 2009).
O Governo brasileiro enviou à Câmara dos Deputados a mensagem 134/2009 que reconhece o estatuto jurídico da Igreja Católica. Após a mensagem ser apreciada em uma das comissões para a qual foi enviada, seja aprovada ou não, transforma-se em projeto de decreto legislativo, recebendo o nº 1736/2009. No plenário da Câmara, a pedido dos líderes partidários, foi aprovada a caráter de apreciação urgente, urgentíssimo.
Com muito respeito aos senhores deputados, será que não existe matérias mais relevantes a serem discutidas de maneira urgente em benefício de todo o povo brasileiro? Isto é um absurdo! Na verdade, este acordo beneficia a Igreja Católica na evangelização do povo brasileiro nos diversos segmentos da sociedade, incluindo hospitais, escola e forças armadas.
O mais grave é que este acordo contraria o inciso 1º, do artigo 19, da Constituição Brasileira, que diz: "É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I - Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relação de dependência ou aliança, ressalvadas na forma da lei, a colaboração de interesse público".
A nossa nação não pode firmar aliança com qualquer credo religioso, ferindo o princípio da laicidade, inclusive com a quebra da isonomia nacional! Aproximadamente 70 milhões de brasileiros, que não são católicos, estão sendo discriminados. Temos a convicção de que a maioria do povo católico não concorda com um absurdo dessa grandeza, porque são pessoas democráticas.
Com a aprovação deste acordo ficará a Santa Sé, por meio da CNBB, com plenas condições de fechar acordos com o governo brasileiro, sem que jamais tenham de passar pelo Congresso Nacional. É um verdadeiro "CHEQUE EM BRANCO" para a Igreja Católica. Isto é uma vergonha!
Senhores deputados, não aprovem este acordo. Fiquem certos de que não mediremos esforços para informar a todos os credos religiosos quem são os deputados que votaram a favor deste acordo discriminatório.
Estendemos o eco da voz deste manifesto ao Senado da República, próxima casa legislativa que terá de apreciar o resultado apurado pela Câmara dos Deputados.
Tenham a absoluta certeza de não temos memória curta e que vamos pensar muito bem em quem vamos votar nas próximas eleições para Deputado Federal, Senador e Presidente da República.
EM FAVOR DO ESTADO LAICO, DIGA NÃO AO PDC 1736/2009.
E.A.G.
[Reproduza este artigo em seu blog e denuncie este descalabro de todas as formas possíveis]
Quinta-feira, Agosto 20, 2009
ESPAÇO
Hoje (20/08/09) ao me dirigir para o ponto de ônibus para vir trabalhar, ouvi uma senhora dizendo para uma adolescente: “eu quero ter meu espaço, sem amolação, sem cueca pra lavar”.
Como esta senhora, há milhões de outras pessoas querendo seus “espaços” onde não haja a necessidade da manutenção dos relacionamentos interpessoais.
Sendo assim, o que essa senhorinha não enxerga é que para conseguir esse seu “espaço” e não ter manutenção alguma de nada, ela terá de parar de se relacionar, pois relacionamentos demandam manutenções diárias, higienizações constantes, como fazemos por nós mesmos todos os dias.
Acontece que com o crescimento da egolatria, dia-a-dia vemos pessoas quebrando vínculos, rompendo relações, jogando no lixo seus casamentos e muitas vezes até mesmo suas crias.
Num mundo hedonista como o que estamos vivendo, não tem sobrado espaço para mais nada além dos desejos egoístas, as pessoas jogam a culpa de suas infelicidades nos outros. As mulheres acusam os maridos, os maridos acusam as mulheres, os filhos acusam os pais e os pais acusam os filhos.
As mães abandonaram seu papel de educadoras de seus próprios filhos e delegaram as creches ou escolinhas infantis a função de tolerar seus filhos. Aí o que acontece é que os pais não educam e depois ainda jogam a culpa nas crianças por serem como se tornaram naquele ambiente abençoado de gritos e pelejas.
Se hoje as pessoas já são egoístas e enxergam apenas os seus próprios umbigos, imaginem só quando essas crianças de hoje se tornarem adultas e gerarem seus próprios filhos. Felizmente eu não estarei mais neste mundo para ver o que acontecerá, mas temo que será um tempo de destruição e morte até que haja a reconstrução da responsabilidade.
Vejo gente de 20 a 40 anos desprezando todas as faixas etárias entre 1 a 11 anos e entre 40 a 100 anos. Pensam que o direito a vida e à liberdade é direito apenas deles, se esquecem que um dia estarão na faixa etária de serem desprezados e oprimidos.
Vejo as esposas sendo perversas e más com seus maridos frouxos, os dominando como um espírito obsessor, isto quando o marido é pobre, já no caso dos ricos a coisa muda, pois eles as expõe a vergonha com suas inúmeras amantes.
Portanto, o mundo está exatamente como o diabo gosta, aliás, agora ele pode até tirar umas férias, pois os seres ditos humanos estão tão pervertidos em sua função na vida, que eles mesmos são o combustível deste inferno chamado planeta Terra.
Cláudio
Quarta-feira, Agosto 19, 2009
CAMÕES
O Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a
interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
'Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação :
'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo !'
A Vestibulanda ganhou nota DEZ, pela originalidade, pela estruturação
dos versos, das rimas insinuantes e também, foi a primeira vez que, ao
longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões
era apenas falta de mulher.
interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
'Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação :
'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo !'
A Vestibulanda ganhou nota DEZ, pela originalidade, pela estruturação
dos versos, das rimas insinuantes e também, foi a primeira vez que, ao
longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões
era apenas falta de mulher.
A Menina do Vestido Azul
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo.
Assim raciocinou o mestre: "é uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito.
Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul."
Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe não achou razoável que, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas.
Ao fim de uma semana, disse o pai:
"Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços?
Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?"
E assim fez o humilde casal.
Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências.
Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um político que, bem impressionado, disse:
"É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo".
E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro.
Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem.
E pensar que tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele simples professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país.
Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela transformação. É difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul.
Segunda-feira, Agosto 17, 2009
Sobre as origens da Igreja Universal
Abaixo, trecho da coluna do Diogo Mainardi na Veja dessa semana.
O q ele relata, Caio já havia dito - não com os detalhes - na entrevista para a ECOTV - "Caio conta tudo".
O dízimo do tráfico
O q ele relata, Caio já havia dito - não com os detalhes - na entrevista para a ECOTV - "Caio conta tudo".
O dízimo do tráfico
O pastor Carlos Magno de Miranda, em 1991, acusou a Igreja Universal de ter comprado a Rede Record com dinheiro de narcotraficantes colombianos. Agora, com duas décadas de atraso, o episódio finalmente poderá ser esclarecido. Os mesmos promotores que, na semana passada, denunciaram criminalmente Edir Macedo e outros integrantes da Igreja Universal indagam também a suspeita de que a segunda parcela da compra da Rede Record possa ter sido saldada com recursos do Cartel de Cali. Carlos Magno de Miranda é uma das testemunhas arroladas pelo Ministério Público, e os promotores cogitam pedir a abertura de mais um processo contra os donos da Rede Record.
Carlos Magno de Miranda era um dos líderes da Igreja Universal. Em 1990, ele se desentendeu com Edir Macedo e passou a atacá-lo publicamente. Num dos documentos obtidos pelo Ministério Público, ele relatou os detalhes de sua ida a Medellín, para receber o dinheiro dos narcotraficantes colombianos. Ele teria viajado com os pastores Honorilton Gonçalves e Ricardo Cis, todos acompanhados de suas mulheres. Permaneceram dois dias na cidade. No primeiro dia, aguardaram no hotel. No segundo dia, um mensageiro entregou-lhes uma pasta contendo 450 000 dólares. As mulheres dos pastores esconderam o dinheiro nas calcinhas e, de madrugada, retornaram ao Rio de Janeiro num jato fretado. Segundo Carlos Magno de Miranda, os fatos teriam ocorrido entre 12 e 14 de dezembro de 1989. Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) analisaram os registros aeroportuários da Polícia Federal e – epa! – documentaram que, naqueles dias, os pastores da Igreja Universal realmente foram a Medellín, com escala em Manaus.
O Ministério Público, além disso, entrou em contato com autoridades americanas para poder interrogar o narcotraficante colombiano Víctor Patiño, que foi preso em 2002 e extraditado para os Estados Unidos. Seu nome foi associado ao da Igreja Universal em 2005, quando a polícia colombiana descobriu que uma de suas propriedades em Bogotá – uma cobertura de 600 metros quadrados – era ocupada por Maria Hernández Ospina, que alegou ser representante de Edir Macedo. Uma das dificuldades dos promotores do Gaeco é que Edir Macedo tem cidadania americana, dado confirmado oficialmente pelo consulado. O Ministério Público já encaminhou todos os documentos do processo contra Edir Macedo aos Estados Unidos, para que os americanos possam abrir um inquérito próprio.
Sexta-feira, Agosto 07, 2009
O AMAR E O AMOR ♥
Um homem foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua
esposa e que pensava em separar-se.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhes apenas uma palavra:
- Ame-a.
- Mas, já não sinto nada por ela!
- Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.
E diante do desconcerto do esposo, depois de um breve silêncio,
disse-lhe o seguinte:
"Amar é uma decisão, não um sentimento; amar é dedicação e
entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um
substantivo, um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal,
prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado
porque haverá pragas,
secas ou excessos de chuvas mas nem por isso, abandone o seu jardim.
Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê
afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame, simplesmente
ame!"
A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avarento.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz fútil.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido e sem propósito.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... não faz sentido! ♥♥♥
EUGENIA
TRANSCRITO
Sempre que se consulta qualquer arquivo histórico sobre a origem do nazismo, o principal argumento é que Adolf Hitler buscava incessantemente o sucesso de seus três erres: reich (império), raum (espaço) e rasse (raça).
O primeiro se referia ao resgate do nacionalismo alemão, abalado desde o final da Primeira Guerra Mundial.
O segundo era a conquista de territórios tomados da própria Alemanha em virtude da perda da Guerra.
E o terceiro era a busca de uma raça pura, denominada por ele de ariana, segundo a qual somente os alemães mais fortes deveriam sobreviver.
O resultado de toda essa planificação foi uma atrocidade sem precedentes em nossa história, com resultados aterrorizantes e assustadores.
Entretanto, existe um dado em todo esse estratagema que foi atribuído a Hitler, mas, na verdade é muito anterior ao führer, e foi uma das justificativas pelo próprio, de sua utilização na Alemanha nazista: a defesa da eugenia pela ciência.
A idéia de eugenia nasceu na Inglaterra, prosperou nos EUA e teve seu ponto alto na Alemanha nazista. Com nova roupagem e outros nomes, ela sobrevive até hoje.
Quando em The origin of species, de 1859, Darwin propôs que a seleção natural fosse o processo de sobrevivência a governar a maioria dos seres vivos, importantes pensadores passaram a destilar suas idéias num conceito novo – o darwinismo social.
"Devemos suportar o efeito, indubitavelmente mau, do fato de que os fracos sobrevivem e propagam o próprio gênero, mas pelo menos se deveria deter a sua ação constante, impedindo os membros mais débeis e inferiores de se casarem livremente com os sadios". Darwin acreditava que os criminosos, por sua vida mais breve e a dificuldade de se casarem, naturalmente livrariam as raças superiores de sua má influencia. Além disso, com o predomínio dos casamentos entre os mais fortes, sábios e moralmente superiores - e evitando a miscigenação com as "raças inferiores" - Darwin acreditava na evolução física, moral e intelectual das "raças superiores" pela seleção natural.
Esse conceito, de que na luta pela sobrevivência muitos seres humanos eram não só menos valiosos, mas destinados a desaparecer, culminou em uma nova ideologia de melhoria da raça humana por meio da ciência. Por trás dessa ideologia estava sir Francis J. Galton, que era parente de Darwin, cujo nome é associado ao surgimento da genética humana e da eugenia.
Galton tinha a proposta de esterilizar os humanos fracos de corpo e mente, e de raças inferiores.
Convencido de que era a natureza, não o ambiente, quem determinava as habilidades humanas, Galton dedicou sua carreira científica à melhoria da humanidade por meio de casamentos seletivos. No livro Inquiries into human faculty and its development, de 1883, criou um termo para designar essa nova ciência: eugenia (bem nascer), que nada mais é do que a ciência que estuda as possibilidades de apurar a espécie humana sob o ângulo genético.
No início do século XX, quando as teorias de Darwin eram amplamente aceitas na Inglaterra, havia grande preocupação quanto à “degeneração biológica” do país, pois o declínio na taxa de nascimentos era muito maior nas classes alta e média do que na classe baixa. Para muitos parecia lógico que a qualidade da população pudesse ser aprimorada por proibição de uniões indesejáveis e promoção da união de parceiros bem-nascidos. Foi necessário, apenas, que homens como Galton popularizassem a eugenia e justificassem suas conclusões com argumentos científicos aparentemente sólidos.
As propostas de Galton ficaram conhecidas como “eugenia positiva”. Nos EUA, porém, elas foram modificadas, na direção da chamada “eugenia negativa”, de eliminação das futuras gerações de “geneticamente incapazes” – enfermos, racialmente indesejados e economicamente empobrecidos –, por meio de proibição marital, esterilização compulsória, eutanásia passiva e, em última análise, extermínio.
A eugenia pode ser dividida em: eugenia positiva, que busca o aprimoramento da raça humana através da seleção individual por meio de casamentos convenientes, para se produzir indivíduos “melhores” geneticamente; e eugenia negativa, que prega que a melhoria da raça só pode acontecer eliminando-se os indivíduos geneticamente “inferiores” ou impedindo-os que se reproduzam. Tendo a eugenia positiva se mostrado impraticável, a maioria dos eugenistas ao redor do mundo acabou por adotar a eugenia negativa.
O líder do movimento eugenista dos EUA foi Charles Davenport, que dirigia o laboratório de biologia do Brooklin Institute of Arts and Science, em Long Island, instalado em Cold Spring Harbor. Em 1903, obteve da Carnegie Institution o estabelecimento de uma Estação Biológica Experimental no local, onde a eugenia seria abordada como ciência genuína.
O próximo passo de Davenport foi identificar os que deveriam ser impedidos de se reproduzir. Em 1909 criou o Eugenics Record Office para registrar os antecedentes genéticos dos norte-americanos e pressionar por legislação que permitisse a prevenção obrigatória de linhagens indesejáveis. Para isso, o grupo concluiu que o melhor método seria a esterilização, e o estado de Indiana foi a primeira jurisdição do mundo a introduzir lei de esterilização coercitiva, logo seguido por vários outros estados. Desde o início, porém, o uso de câmaras de gás estava entre as estratégias discutidas para eliminação daqueles considerados indignos de viver.
O movimento cativou tanto a elite americana da época que, a partir de 1924, leis que impunham a esterilização compulsória foram promulgadas em 27 Estados americanos, para impedir que determinados grupos tivessem descendentes.
O modo de ação preferido da eugenia estadunidense foi a esterilização compulsória. Houve também isolamentos – para que os “débeis mentais”, conceito que nunca foi explicitado com clareza, não se reproduzissem – e restrição a casamentos, principalmente entre brancos e negros, mas a grande vitória do movimento eugenista dos Estados Unidos foi conseguir aprovar leis estaduais que permitiam a médicos esterilizar seus pacientes.
Confrontada com tamanha violação dos princípios da Constituição americana, a Suprema Corte fez o pior, dando sua bênção à eliminação dos mais fracos. “Em vez de esperar para executar descendentes degenerados por crimes, a sociedade deve se prevenir contra aqueles que são manifestadamente incapazes de procriar sua espécie”, disse o juiz Oliver Wendell. Entre os anos 1920 e 1960, pelo menos 70 mil americanos foram esterilizados compulsoriamente - a maioria mulheres. 'Os esforços americanos para criar uma super-raça nórdica chamaram a atenção de Hitler'
A maior lição sobre o tema nos Estados Unidos pode ser acompanhada nos relatos de Edwin Black no livro A guerra contra os fracos.
Apesar de a Alemanha ter desenvolvido, ao longo dos primeiros vinte anos do século XX, seu próprio conhecimento eugenista, tendo suas próprias publicações a respeito do assunto, os adeptos alemães da eugenia ainda seguiam como modelo os feitos eugenistas americanos, como os tribunais biológicos, a esterilização forçada, a detenção dos socialmente inadequados, e os debates sobre a eutanásia. “Enquanto a elite americana descrevia os socialmente indignos e os ancestralmente incapazes como “bactérias”, “vermes”, “retardados”, “mestiços” e “subumanos”, uma raça superior de nórdicos era progressivamente considerada a solução final para os problemas eugenistas do mundo.” (Um tribunal Biológico: Tratando a Causa, Eugenical News, v. IX, 1924, p. 92, apud Edwin Black, op. cit., p. 419).
Apesar de a Alemanha ter desenvolvido, ao longo dos primeiros vinte anos do século XX, seu próprio conhecimento eugenista, tendo suas próprias publicações a respeito do assunto, os adeptos alemães da eugenia ainda seguiam como modelo os feitos eugenistas americanos, como os tribunais biológicos, a esterilização forçada, a detenção dos socialmente inadequados, e os debates sobre a eutanásia. “Enquanto a elite americana descrevia os socialmente indignos e os ancestralmente incapazes como “bactérias”, “vermes”, “retardados”, “mestiços” e “subumanos”, uma raça superior de nórdicos era progressivamente considerada a solução final para os problemas eugenistas do mundo.” (Um tribunal Biológico: Tratando a Causa, Eugenical News, v. IX, 1924, p. 92, apud Edwin Black, op. cit., p. 419).
Os Estados Unidos também foram responsáveis pela criação e desenvolvimento do amplamente conhecido teste de QI, popular até hoje. O aludido teste nada mais é do que uma derivação direta dessas teses. Ninguém dirá que uma pessoa com resultado baixo pode ser considerada tão “inteligente” quanto a outra de resultado acima da média.
As atrocidades cometidas pelo nazismo em nome da construção de uma Alemanha exclusivamente para a “raça ariana” foram tão grandes e tão chocantes que tiveram como efeito misturar o nazismo e a eugenia considerando a mesma coisa. Após o fim da Segunda Grande Guerra, o sentimento de repulsa e revolta com a revelação das torturas e mortes nos campos de concentração talvez tenha sido uma das razões que levaram a opinião pública em geral a se “esquecer” de que a idéia de higiene racial não foi uma invenção original de Hitler e de seus companheiros de partido.
Entretanto, infelizmente, este malefício não pode ser atribuído ao nazismo, porque as teorias de superioridade racial, de anti-semitismo, de seleção da espécie já se encontravam largamente difundidas, especialmente entre as elites científicas e acadêmicas, bem antes de Adolf Hitler assumir o poder.
Na Alemanha, a eugenia norte-americana inspirou nacionalistas defensores da supremacia racial, entre os quais Hitler, que nunca se afastou das doutrinas eugenistas de identificação, segregação, esterilização, eutanásia e extermínio em massa dos indesejáveis, e legitimou seu ódio fanático pelos judeus envolvendo-o numa fachada médica e pseudocientífica.
Mesmo com o final da Segunda Guerra Mundial a eugenia ainda continua cada vez mais presente em nossos dias. Muitos dizem que a morte de Hitler também sepultou os dias de loucura e insensatez.
Entretanto, o que a humanidade presenciou nos cinqüenta anos posteriores a existência do Führer, novamente pelas mãos da ciência?
Para sermos sucintos, dentre tantas outras coisas, duas de relevante importância: o Projeto Genoma e a experiência em células-tronco, como meio regenerativo.
E, em ambos os casos as teorias cientistas envolvidas foram as de melhoria da vida humana, eliminação de doenças, correção de imperfeições. Frases amplamente utilizadas e difundidas por Darwin há 150 anos atrás.
Com o avanço desenfreado da tecnologia os eugenistas tiveram uma gama enorme de recursos para ampliar seu campo de pesquisa, sem nunca, desviar de seus propósitos.
O Projeto Genoma visa um mapeamento com a seqüência dos genes humanos e verificar em que série do código genético existe um gene defeituoso e então substituí-lo.
Porque, desta feita, os genes defeituosos responsáveis por defeitos congênitos, transmissões hereditárias de características indesejáveis ou doenças, simplesmente deixariam de existir, uma vez que seriam substituídos.
Estaríamos loucos ou seria uma derivação mais aperfeiçoada da raça ariana pura defendida por Hitler?
O líder nazista ordenou que milhões de judeus fossem dizimados em nome da chamada “raça pura” idealizada por ele; e que portadores de deficiências físicas e mentais servissem de cobaias para experimentos genéticos realizados por Josef Mengele, “médico” de confiança do Füher (PEDROSA, 2005).
Os atos de Adolf Hitler refletem a aversão em se conviver com a condição da fragilidade humana, inclusive no medo que tange a si próprio de gerar um filho “fraco” ou “imperfeito”.
No entanto, este temor não era exclusividade de um dos maiores genocidas da história, porque esta aversão às fraquezas do homem está presente na humanidade desde épocas ancestrais. E perdura nos dias de hoje sobre o pretexto de uma melhora significativa da qualidade de vida da humanidade.
Agora entre um pensamento que deixamos mais para o final, não seria então a ciência racista?
Este procurar incansável de uma raça melhor, mais forte e perfeita, denota um profundo preconceito com os cidadãos portadores de deficiências.
Não que seja um racismo dirigido, mas, se trata de uma espécie de vergonha dos cientistas de “permitirem” que existam pessoas tidas como fora dos padrões de normalidade.
O Projeto genoma apenas nos mostra a profunda intolerância que a ciência tem com os menos favorecidos. E fortalece este pensamento na medida em que anuncia a proximidade de erradicação de doenças e deficiências.
E como se desenvolverá tal processo? Primeiro identificando os genes causadores dos defeitos e doenças, e na seqüência, os alterando ou erradicando dos embriões, para evitar que uma pessoa desenvolva a deformidade.
O mais simples será eliminar o embrião que apresentar alguma doença séria, como já é feito em muitos países, mas se os pais objetarem por motivos éticos ou religiosos, poderá ser feita uma intervenção visando modificar o gene e retorná-lo à codificação de normalidade, antes de permitir o desenvolvimento posterior em feto.
O segundo passo será “tratar” das pessoas já vivas, numa substituição das seqüências defeituosas por outras “corrigidas”.
E muitos podem pensar que isso nunca irá acontecer, mas o que dizer das experiências com as células-tronco? Até agora tem apresentado resultados bastante polêmicos e restritos.
Em termos comparativos, os resultados obtidos até agora são muito mais significativos que antigamente. É apenas uma questão de tempo para que as pesquisas avancem e se aperfeiçoem a tal ponto que num futuro se tornem procedimentos de rotina, realizados em consultório.
Nada mais é do que uma correção de problemas para pessoas que já os possui. A diferença é que agora essas pessoas não eram mortas como há dois séculos atrás.
A correção dos “defeitos” pode ser encarada apenas como uma etapa inicial, porque num futuro, ainda que muito distante de nossa realidade, poderá, com base no próprio mapeamento genético desenvolver um ser humano “ideal”, sem defeitos, forte e virtuoso.
E, neste ponto, as pessoas ainda não enxergaram os riscos. Por que, se no futuro será possível eliminar as doenças e tornar a vida das pessoas mais saudáveis, o que impedirá a ciência de alteraras funções e estruturas normais do corpo?
E não estamos falando de corrigir problemas de saúde. Poderão os pais escolher a cor dos olhos de seu filho? Da pele? Do cabelo? Ou mudar tendências genéticas de temperamento, personalidade, preferências sexuais, etc.
Pode ser uma profetização, e Oxalá estejamos errados, mas de que impede que a ciência proporcione que as pessoas fiquem mais inteligentes com as alterações dos genes, e por fim, queiram brincar de serem Deus e prolongar a longevidade de um ser humano?
Pode ser que a diferença esteja no contexto de brutalidade em que Hitler idealizou sua “melhoria da raça”, mas, de qualquer forma, o cerne da questão continua sendo o mesmo: trata-se de eugenia.
E não criticamos em momento algum as conquistas obtidas pela ciência até o presente momento, mas Hitler nos deixou um legado que não pode ser esquecido.
A eugenia tem de ser tratada com muito cuidado, porque tende a se tornar um racismo exacerbado e incontrolável, a busca por uma perfeição imperfeita.
Será a transformação da humanidade num padrão, e porque não, numa robotização.
O nazismo nos ensinou que a eugenia pode trazer muitos benefícios, mas que os seus malefícios podem causar estragos numa escala muito mais devastadora. A missão da ciência é inglória: aperfeiçoar o homem, que não se percam os pesquisadores.
O Vaticano suas origens e sua história
| O termo VATICANO procede do latim "Vaticanium" que quer dizer "ORÁCULO". VATICANO foi o mitológico nome de uma "divindade" da Roma Imperial. Os adivinhos sacerdotes deste "deus dos oráculos" instalaram-se num campo próximo da Antiga Roma, e ali prognosticavam. Em nome do deus VATICANO, tais sacerdotes proferiam os seus "oráculos infalíveis". VATICANO, era portanto, "o deus infalível". Do substantivo VATICINIUM, decorre o verbo latino VATICINARE ( Vaticinar, predizer, augurar), e lhe são correlatas as palavras VATICINAIS, VATICINATOR (VATICINANTE, VATICINADOR). Vaticinio é prognóstico. A magia deste deus VATICANO era exercida dentro do contexto do babilonismo oriundo da Antiga Caldéia, sede de Tammuz (o Pai de todos os deuses antigos e de todas as magias), para a Península Itálica. O ESTADO TERRITORIAL DO VATICANO Estado do Vaticano teve origem com o papa Estevão II, entre os anos 741 e 752. Este papa intimou Pepino, o Breve, filho do conquistador Carlos Magno, a conquistar pela espada, territórios da Itália e doá-los a Igreja. O próprio Carlos Magno confirmou esta doação em 774 e elevou o catolicismo romano à posição de potência na Europa. Nascia assim, o chamado "Santo Império Romano", sob o completo controle dos Papas, cuja duração estender-se-ia por MIL E CEM ANOS. Durante todo este período, incontáveis milhões de seres humanos terminariam perecendo pela Inquisição, pelas cruzadas, e pelas intrigas imperialistas dos Papas. Carlos Magno, já velho, arrependido por ter feito tais doações, lastimava-se em seu leito de morte: "Como irei me justificar diante de Deus pelas guerras que irão devastar a Itália, pois os papas são ambiciosos. Devo merecer um severo castigo!". O Papa Nicolau I, entre os anos 858 e 867 foi o primeiro pontífice a usar Coroa de Rei. Afirmou ele ter em seu poder, documentos das igrejas do século I e II, guardados por séculos, nos quais o poder temporal era exaltado. Tais documentos antecipavam em cinco séculos, o poder temporal dos bispos de Roma, e receberam o nome de "Pseudas Decretais de Isidoro", os quais serviram de base para as leis canônicas da Igreja Católica. Após a morte de Nicolau I, foi descoberta a falsidade dos tais manuscritos. O papa Gregório VII, 1073-1085, se utilizou do mesmo embuste para decretar o direito exclusivo de governar a Igreja. No Ano 1304 o rei Felipe IV da França, devido aos ataques e perseguições infligidos pelos papas ao seu país, além das alta taxas de impostos cobrados dos franceses, mandou um emissário prender o papa em Roma. Este, foi conduzido para Avinhão - França - sendo ali confinado. Por isso o catolicismo teve dois papas durante 70 anos; um em Avinhão e o outro em Roma. Ambos considerados infalíveis, disputavam entre si o governo da igreja. O resultado de tudo isso, foi a divisão da Cristandade em duas facções rivais. Os papas amaldiçoando-se mutuamente, evocavam São Pedro; recrutando soldados, derramaram muito sangue na Europa. O episódio denominado de: "A guerra dos Papas", resultou da ganância pelo controle do poder temporal. Para tal fim, tudo era válido na lógica dos pontífices. Em 1410 impostos foram cobrados dos prostíbulos e centralizados no orçamento da igreja. No século XV a Igreja do Salvador foi demolida no Vaticano, sendo construída em seu lugar a Basílica de São Pedro, ainda hoje imponente e famosa, pela rica arquitetura e suas obras de arte. Tendo os papas se envolvido em sangrentas guerras, tal envolvimento resultou na prisão do papa Pio VII, por ordem de Napoleão Bonaparte em 1798. Setenta e dois anos depois deste episódio, o Papa Pio IX governava Roma com 10 mil soldados franceses. A França retirou suas tropas, e Victor Emanuelli invadiu Roma, libertando-a definitivamente das mãos dos papas, colocando-os em submissão ao governo da Itália. O papado perdeu as suas terras, o que foi um humilhante golpe ao seu orgulho. Finalmente em 1929, um tratado foi assinado em Latrão, (como resultado de uma aliança política) pelo ditador Benedito Mussolini e o Papa Pio XI, no qual legalizou-se em definitivo o Estado do Vaticano, até hoje controlado pela denominada "Cúria Romana" composta de 18 cardeais italianos. No momento, o Vaticano é detentor de um pequeno exército, denominado Guarda Suiça; tem o controle de 2 bancos: Banco di Roma e Banco di Santo Espírito; possui um imenso patrimônio imobiliário ao redor do mundo; possui enormes quantidades de terras (inclusive no Brasil) sendo a corte mais suntuosa da Europa. Sua recente história vem sendo marcada por escândalos de toda ordem. A corrupção que envolve o Vaticano nestes últimos pontificados, vem desde fraudes financeiras, até crimes de morte. A loja Maçônica P-2, da qual fazia parte o banqueiro Umberto Ortolano, - camareiro do papa, João Paulo II e embaixador da Ordem de Malta - foi o início de uma série de escândalos que estarreceram o mundo. A quebra do Banco Ambrosiano cujo dirigente, o banqueiro Roberto Calvi apareceu morto de forma misteriosa em Londres, em junho de 1982, comprometeu seriamente o monsenhor Paul Marcinkus, considerado "braço direito" de João Paulo II. Em fevereiro de 1983, acusações de fraudes no valor de 400 bilhões de liras, foram feitas contra o Vaticano pelo governo da Itália, envolvendo mais uma vez Paul Marcinkus. Durante os anos 80 o governo italiano exigiu em vão a cabeça de Marcinkus, e não poupou acusações ao mesmo, a maioria ligados com questões financeiras, em prejuízo da Itália. A morte misteriosa de Albino Luciani (o João Paulo I) com apenas 33 dias de pontificado, fizeram as autoridades italianas suspeitarem de assassinato. Seu cadáver - solicitado para autópsia - não foi liberado pelas autoridades da Igreja. Mais tarde, o livro intitulado "Em nome de Deus" editado na Itália, - largamente vendido no mundo inteiro- , sustentava que João Paulo I havia sido assassinado com uma injeção de veneno, por ter manifestado o desejo de realizar uma "Limpeza Administrativa" no alto escalão do clero. O livro revela ainda outros delitos, praticados pela chamada "Máfia da Igreja". O CATOLICISMO ROMANO despontou como poder mundial no sexto século, atingiu o seu ápice nos séculos XI e XII, passando ao declínio daí pra cá. O genial poeta italiano Francesco Petrarca, humanista do Século XIV, descreveu em 1304 o Vaticano como: "Babilônia Infernal que impesta o mundo inteiro ... Cárcere indecente onde nada é sagrado. Habitação de gente de peitos de ferro, ânimo de pedra e vísceras de fogo". (Epístola de Petrarca, cap. XII) Dante, na sua magistral "Divina Comédia" supôs ouvir do Céu uma voz lamentando o decadente estado de Roma, assim: "Oh! Nave minha, que carga ruim tu levas!". |
TRANSCRITO
Quinta-feira, Agosto 06, 2009
AS NORMALIDADE DO MUNDO
Cuidado com as normalidades do mundo…
Sim, pois no mundo a vida é um morrer de descuido e de descaso...
Portanto, seguir a normalidade da vida segundo o mundo, de fato é entregar-se ao fluxo dos que vão na avalanche pensando que o abismo não chegará nunca...
A normalidade do mundo é doença segundo Deus...
Tal é a normalidade do mundo que pelo voto se pode escolher Barrabás...
No mundo um homem que salve uma vida em situação de por a sua própria em risco, é um herói; enquanto aqueles que vivem todos os dias salvando vidas, são apenas pessoas que fazem isso...
No mundo..., poder é domínio sobre outros...
No Evangelho..., poder, antes de tudo, é controlar a si mesmo.
No mundo a inveja faz os homens quererem crescer segundo o mundo...
No Evangelho, por exemplo, o que move um homem na vida deve sempre ser o amor que a ninguém inveja, e que é contente em ser quem é...
O mundo diz que o Grande é o quantificável...
O Evangelho diz que o quantificável é nada, pois o que É não é mensurável...
O mundo diz que odeia o ódio, mas odeia sempre com mais ódio ainda aqueles sobre os quais são impostas as certezas de “eles” serem os promotores do ódio...
No mundo quem não aceita um desafio é covarde...
No Evangelho aquele que aceita um desafio é tolo...
O homem do Evangelho nunca deve aceitar desafios de outros, mas apenas andar segundo sua própria superação em amor sábio.
Entretanto, no mundo é normal dar segundo se recebeu...
A toda ação corresponde uma reação equivalente, advoga o mundo, seguindo como sabedoria para a vida a Lei da Gravidade e das forças das pedras e dos projéteis...
No Evangelho... à cada ação que incida sobre nós, deve haver uma ponderação...; e, então, depois, a escolha do curso de caminho que seja o nosso próprio caminho, e não um andar tangido pelo pastoreio dos impositores de caminhos e veredas desviados...
Na normalidade anestesiada do mundo, todo sucesso é prisão e mais escravidão ainda ao sucesso como deus...
No Evangelho todo verdadeiro sucesso liberta a pessoa da escravidão do sucesso segundo o mundo.
O mundo do qual falo é apenas um: esse feito de ideologias, grifes, objetivos e cronogramas de alcance de alvos bem materiais e terrenos... Sim, o mundo do qual falo é esse ente sem dono humano aparente, mas que controla todas as nossas decisões, dando-nos a ilusão de livre arbítrio...
Ora, nesse mundo pode-se odiar quem nos odeia; pode-se antipatizar gratuitamente; pode-se tudo o que se pode...; exceto matar... [exceto nas exceções convencionadas] ou roubar [a menos que se evite ser “pego”].
No mundo é normal ser aflito, angustiado, preocupado, desejoso, insatisfeito, sempre em busca de algo, sempre se medindo por outros, sempre na Maratona das Comparações...
No mundo o normal é consumir...
Portanto, tome cuidado; pois ser normal segundo o mundo é fazer-se louco diante de Deus e da vida que é.
Não esqueça nunca que a única normalidade já vista em um homem está no Filho do Homem.
Pense nisso!
Caio
6 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
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